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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Antes, já eras

Noto ódio nos teus olhos não entendo porquê, irreconhecível te tornas-te como em outro algo te tornarás antes desse olhar.
Posso tentar adivinhar mas não quero sofrer por antecipação tenho até receio de saber o presente e sentir o que não consigo explicar.
Fazes-me as lágrimas prender com a tua presença…
Uma coisa eu sei que sinto, um vazio por ti, não sei se mereces tudo isto, mas tu o causas-te, não sabes o quanto te amo.
É por nunca te ter abandonado!
Prendo tudo aquilo que te podia magoar, pensava o contrário de todo o mal que te faz morrer em mim e portanto me mata.
Queria ser fria e não saber, se calhar o contrário …
Porque…
Não consigo explicar, vou sangrar por ti, não imaginas. Pode nada fazer sentido mesmo o que digo agora. Não imaginei por um instante o mal relativo a ti.

Solução já tentei, agora não a quero contigo. Muito terias de caminhar como a dor caminha em mim.
Perdi.

AMO-TE

Invocar o positivo

Contava cada lágrima minha, escondia o meu rosto, absorvia cada lágrima numa dor interior.
Cada lágrima que deitada, me aliviava e ao mesmo tempo me matava por pensar no que a fez derramar, por pensar que não secaria nunca mais, pois cada lágrima se unia a tantas outras que já tinha derramado dentro de mim que me faziam revoltar, ainda pior me sentia quando me lembrava pelo qual a lagrima deslizou sobre o meu rosto e eu não capacitava limpá-la!
Não quero ver alguém a destruir-se e a unir dor, apenas explicava que a dor era vida por outras palavras, pois, existem fazes más e há momentos em que quase não há forças então pensamos em desistir, mas estamos aqui por alguma coisa.
Talvez para superar a dor e viver a vida, há algo subrenatural, e não há que o temer.
Mesmo sendo eu a divulgar todas estas palavras, eu delas não me servia, eu delas não era capaz. Na vida vivia com dor a atordoar-me sem a saber controlar, com duvidas interlasadas sem as conseguir desentrelaçar.
Depois percebi que nada é justo e que a dor da vida é tanta que o fim é sempre morrer, que a força, a esperança e tudo acaba um dia. Porque tudo é escuro nada é justo e o bom aparece para chegarmos ao final. Contava lágrimas , escondia o meu rosto e queria que tudo aquilo acabasse, o mundo desabava em cima de mim aos poucos e querendo a dor expulsar, expulsava e essa novamente se apoderava de mim!
Um dia quis ser capaz de ser feliz, não ver tudo tão escuro, mesmo passando por ele, mas ser feliz, de verdade.

Aos poucos, eu sou.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Mentira da Verdade

Cheguei e disse como caminhei até aqui, entenderam para a aproximação, prenunciavam o falso fazendo-me acreditar.
O que era um apoio tornou-se em critica … Não desisti, eliminei o pior, pensava eu !
Liguei-me de mais, até que me apercebi que nada era entendimento…
Quando conclui, não gosto de quase ninguém… Lembrei-me de que gostava de mais.
Agora não percebo porque certas coisas existem e certos lugares têm de ser definidos, se caminhamos em caminhos diferentes devemos saber interpreta-los sem precipícios...
Nem que caminhe sozinha, um dia vencerei. Sou uma só, começo e sigo sem nenhuma dificuldade em concreto, mesmo que ande destruída, hei-de sarar …
Pensar não é um erro, amar não é um erro, insistir não é um erro acreditar não é um erro … a vida pode ser um erro por vários passos em falso e aí podemos dizer ou tudo vale a pena, nada vale a pena ou tudo ao mesmo tempo …

Gritos


Há coisas que nos magoam e só nós sabemos o quanto.
Coisas que sabemos apenas que nos fazem apodrecer.
Que só nós sabemos curar…E não fomos nós que pedimos para haver motivos para que seja necessária cura.
Tudo depende de tudo, nada acontece por acaso, nada é devidamente correcto .
A culpa é de todos aqueles que existem, embora se possa entender de várias formas.

Revolta criada, sofrida, contínua que faz apodrecer e não porque quero.

Várias maneiras de entender, confusão que se gera e a solução mantêm-se sem existência.

Tento seguir.

Não desisto de lutar nem que só por mim.
Não só pela revolta mas tambem por ser eu.

BEM-VINDOS

Chamo-me Vânia Pereira, nasci a 30/04/1996 e sou uma das muitas pessoas que não consegue passar muito tempo sem se expressar de uma forma que lhe dê gosto e que não tem de ser igual ao que os outros fazem nem tem de ser fácil de entender, eu faço-o na escrita e na dança desde os meus 9 anos;
Espero que apreciem os meus textos e que eles vos transmitam realidade e energia (:
Obrigado pela atenção.